sexta-feira, 25 de março de 2011

Tava assistindo essas dias uma reportagem, que falava sobre carência. Bem, e com a carência, nota-se também vários outros sentimentos, como o abandono, a tristeza, a falta de querer se socializar com os amigos... Enfim.
Creio que a grande maioria de nós, já passamos por uma fase "carente", algumas pessoas a tem momentaneamente, outras tantas não tem essa sorte. Passam a vida a tentar saciar esse "vazio" que a carência provoca. Com esse sentimento, vem outras tantas perguntas:
- É somente carência, ou somos dependentes de alguém pra nos tornar e fazer felizes?
- Precisamos mesmo de alguém pra isso, ou a carência nos provoca?
- Podemos ser suficientemente felizes "sozinhos" com nossos amigos e familiares, ou a influência das ideias de revistas de adolescentes, ou comercias de televisão e até mesmo "disk-carência curada com um encontro" nos influencia a querer encontrar alguém?
Bem, várias pessoas tem uma ideia deturpada do amor. E bem, isso começa quando estamos carentes e achamos que precisamos de alguém pra curá-la. Isso não é errado, e muitas pessoas lidam bem com isso. Mas e o resto?
Creiam, a pessoas que parece que "sobrevivem" de um relacionamento pra ser feliz. Vêem e criam expectativas "perfeitas" de um ser humano, que logo em seguida ou daqui a um tempo serão vistas como mera ilusão de óptica e confusão de sentimentos.
Não que eu seja a "voz da experiência" pra estar dizendo isso tudo sem base nenhuma, mas acreditem, tenho já um pouco de bagagem pra estar falando isso, fora as situações que ando vendo por aí, e que acredito que darão errado em algum momento.
Manter os pés no chão seria uma boa saída, mas como dizem, acho que não se ama com a razão. Em algum momento você vai ter que dar o braço a torcer e admitir que ou está carente, ou está amando. Essa é a parte mais difícil, admitir. Mas admitir, é o primeiro passo pra saber o que você sente em relação a si, e aos que os outros representam na sua vida, e o quanto influenciam na sua felicidade.

terça-feira, 8 de março de 2011

Medo.

Você tem medo de que? Alguém na vida já fez ou já se perguntou isso, e quase sempre, são mais de um. Medo de perder os pais, familiares, amigos próximos, medo de perder em algum semestre, medo de perder aquele amor, ou apenas, medo de ter medo. Particularmente, tenho medo do último item, medo de ter medo. Eu sempre me achei no direito de não ter medo de nada e de demonstrar essa falta de medo pra todos, talvez por medo de me acharem frágil demais, ou de demonstrar tudo o que eu realmente sinto.
De uns dias pra cá, pra falar a verdade , de um mês pra cá, eu venho pensando muito nisso. Talvez não demonstrar medo, não tenha me feito bem, e tenha me prejudicado bastante ao longo dos acontecimentos. Aprendi, que quando se tem vontade de falar algo, se fala, mesmo que o medo domine, mesmo que ele te persiga e te apavore. Pense, reflita, analise do que você tem mais medo, e reflita mais ainda se isso te prejudicar e nas consequências que esse medo te causa.
Não tenha medo de amar, não tenha medo de ter sonhos, não tenha medo de dançar numa praça lotada de pessoas desconhecidas, não tenha medo de ser sincera, não tenha medo de admitir teus defeitos, ou mesmo as qualidades.
Não tenha medo de ser aquele reflexo do espelho, apenas viva enfrentando-o.

sábado, 5 de março de 2011

Já percebeu como a música faz parte das nossas vidas? Em cada momento, nossa vida parece ter uma trilha sonora diferente...
Agora por exemplo, estou ouvindo diferentes cantores, mas todos com a mesma essência na música, porque estou pensando em um determinado assunto da minha vida, do qual essas músicas me ajudam a pensar e resolver alguma coisa. Por mais que o teu problema seja e esteja persistindo em não desaparecer, ou pior, que você esteja fugindo dele, a música seria uma boa saída pra você organizar os pensamentos, refletir sobre várias maneiras de resolvê-lo (s), ou de simplismente decidir esquecê-los, se já não tiver mais jeito.
Eu particurlamente não tenho "problemas" sérios na minha vida, só o fato da minha vida ser uma bagunça completa já vale por todos os problemas que eu venha a ter. O único momento que eu consigo ter paz, mas paz mesmo, de afirmar com certeza que estou calma, é em momentos como agora, em que estou ouvindo boa música, e apenas deixando os pensamentos fluírem naturalmente.
Então, se precisar de uma boa conselheira, que não reclama, não opina, e nunca te abandona, apenas escute, escute uma boa música e deixe-a entrar em teus pensamentos...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Do que vale a sinceridade, se te tratam com desprezo ,depois da verdade confessada?
Declarar que se gosta de alguém, mesmo sabendo que esse alguém não sente o mesmo, correndo o risco de que se modifique uma amizade, de que se distancie do mesmo... Eu disse, afirmei, admiti um fato que todos ao redor, inclusive o próprio deveria saber. Mas eu deveria receber algo em troca? Ou deveria apenas dizer pra sentir pra comigo mesma?
Inconscientemente, eu queria não apenas dizer, mas saber pelo que se passa com ele. Mesmo que a resposta fosse negativa, eu levaria o que temos em frente, tendo a certeza de que ele saberia e eu me conformaria com isso. Afinal, o que há de mais importante do que um amigo?
Há alguns anos atrás, deixei de declarar e perdi. Esse ano, declarei e não ganhei nada. Bem, assim deve ser a vida, perder, não receber e algum dia, realizar-se com o que foi dito sinceramente.
Infelizmente, me tratar com frieza e secura, não vai adiantar. Não vou te odiar, e se isso for uma forma de tentar me afastar, não vai adiantar. Não vou forçar a barra, não vou forçar uma conversa, nem ao menos te ligar pra conversar, como eu sempre fazia. Apenas vou te deixar em paz, seguindo tua vida, e sendo assim, feliz ou seja como for.
Se um dia você for homem o bastante pra admitir que não gostou do que eu disse, e voltar a ser como era comigo, eu vou aceitar. No mais, boa sorte.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Estava pensando sobre o que escrever no primeiro post, então fui perguntar a uma amiga e ela me disse:
- Escreva sobre amizade. ( Pra falar a verdade ela me mandou escrever sobre a minha amizade com ela ¬¬ , k- )
Bem, conheci a Bruna de Almeida Peçanha no fake. No começo ela me odiava e me achava bem insuportável. Depois de algum tempo nós começamos a conversar e tal, uns dias mais tarde pedimos o msn uma da outra e começamos a conversar em of.
Eu não sei mais como expressar o que ela significa pra mim, porque ela simplesmente é parte importante da minha vida. Se eu estiver triste, ela sabe. Se eu estiver muito feliz, ela quer saber porque. Se eu sumo, ela me manda milhares de sms. Se eu não apareço no msn, ela dá a louca. É uma relação de inter-dependência.
Completaremos 4 anos de amizade, e que AMIZADE. Cada um dos momentos mais importantes da vida de uma de nós, a outra sabe. Eu já não sei qual foi o momento mais marcante nosso, porque todos os dias, nós arranjamos algum motivo ou alguém pra zuar. Já chorei na frente do pc com as loucuras que ela me fala, já me engasguei de tanto rir quando ela apareceu de touca de banho e máscara facial na webcam... Enfim. Não posso descrever todos os momentos, porque senão eu teria que passar dias e mais dias aqui postando.
Essencialmente eu só quero declarar o quando preciso de você, o quão importante você é na minha vida, e o quando eu desejo ver você e te dar um abraço.
Ah, esqueci de dizer, eu e a Bruna nunca nos vimos, somos amigas virtuais. Mas de virtual, nossa amizade não tem absolutamente nada, eu te amo minha momô e espero um dia poder te dizer isso pessoalmente.